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Por que as baleias do Alasca estão tão contentes

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Baleia-jubarte no Alasca

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

‘Silêncio’ provocado pela pandemia permitiu que pesquisadores estudassem os mamíferos em ambiente que há mais de um século não existia mais

A pandemia de covid-19 interrompeu o turismo no Alasca no ano passado. O que será que vai acontecer com a majestosa baleia-jubarte quando os navios de cruzeiro e os visitantes retornarem em agosto?

Christine Gabriele senta à sua mesa na sede do Parque Nacional de Glacier Bay em Gustavus, no Alasca, e aumenta o volume do computador.

O som de água borbulhante envolve a sala. A calmaria é ocasionalmente pontuada pelo rugido de uma foca-comum macho, tentando impressionar parceiros em potencial.

O computador de Gabriele está na ponta de um cabo subaquático de oito quilômetros que se estende até as águas geladas da baía, uma reserva nacional repleta de peixes, pássaros, lontras marinhas, golfinhos, focas apaixonadas e a atração da área — centenas de baleias-jubarte, que migram para o Alasca das águas da costa do Havaí durante os meses de verão.

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