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Mãe com ‘covid longa’ diz sofrer de fadiga crônica e lamenta não conseguir acompanhar rotina da filha – Revista Crescer

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A mãe Katy Egerton, de 36 anos, que mora na cidade de Knaresborough, na Inglaterra, contraiu covid-19 em março do ano passado. Mas mesmo já tendo se passado mais de um ano, a mãe continua apresentando sintomas do vírus, incluindo fadiga crônica, que dificulta a realização de tarefas simples do dia a dia, como brincar com a filha Eva, de 3 anos.

Mãe com covid longa fala dos sintomas que persistem há mais de um ano, em entrevista à BBC (Foto: Reprodução/Facebook/Katy Egerton)

Katy está com a chamada “covid longa”, que acontece quando o paciente apresenta sintomas por mais de 4 semanas após a infecção do vírus. De acordo com o Daily Mail, quase 400 mil pessoas sofrem com a covid longa, há mais de um ano, no Reino Unido.

Em entrevista à BBC, Katy – que não tinha doenças pré-existentes – contou ter pensado que havia se recuperado 10 dias depois de contrair o vírus, mas sua condição voltou a piorar. Ela então precisou ficar três meses internada em um hospital e, depois que recebeu alta, começou a sofrer de fadiga crônica. “Antes da covid, eu era ‘imparável’, cheia de energia, apenas aproveitava ao máximo cada dia da minha vida. Agora fico exausta se fico em pé por mais de cinco minutos, até mesmo fazer meu próprio almoço é um desafio”, lamentou Katy. 

A mãe disse que, por causa da fadiga crônica, ela sente como se estivesse constantemente “andando através de melaço”. “Antes, eu seria capaz de andar quilômetros com minha filha. Mas agora tenho que planejar até para subir as escadas, para não ter que subir muitas vezes”, contou.

Katy disse que tem percebido uma melhora “mínima” com o passar do tempo e que se sente triste por não conseguir mais acompanhar a rotina da filha. “Eu fico tão chateada não poder ser aquela pessoa enérgica que ela teve nos primeiros dois anos de sua vida”, lamentou. “Mas Eva é muito compreensiva, ela diz: ‘mamãe, deita, suas pernas estão doendo’. Ela é fabulosa, mas eu me preocupo de estar perdendo parte da infância dela.”

Apesar das dores e da constante falta de disposição, a mãe tenta se manter positiva e disse ter esperanças em um futuro melhor. “Eu tenho dias bons e dias ruins, mas mais dias ruins. Eu diria que manter uma atitude positiva realmente ajuda na jornada de recuperação”, contou. Katy declarou que aconselha veementemente que as pessoas tomem a vacina assim que possível.

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